Entrevista: realizada na Associação Vidamor
A Associação VIDAMOR é uma entidade de utilidade municipal sem fins lucrativos, que vem dado sua contribuição à comunidade campista (regiões norte e noroeste) no que se refere ao tratamento da dependência química de adultos, crianças e adolescente do sexo masculino, objetivando a recuperação dos mesmos. Sendo que este trabalho consiste em educa-los e trata-los, através de terapia ocupacional, dinâmica de grupo, palestras, dentre outros recursos. Com ações que visam a restauração dos vínculos... uma reinserção social.
Missão: a entidade tem como missão: Contribuir para a tranqüilidade e melhoria da família e do dependente químico, incentivando-o a passar pelo processo de recuperação e mantê-lo em abstinência.
Visão: a visão da entidade é também contribuir par a tranqüilidade e melhoria da família e do dependente químico, valorizar a vida através de projetos, na área de prevenção e tratamentos em todos os segmentos da sociedade; ter a família como colaboradora no processo de tratamento.
A VIDAMOR é uma comunidade terapêutica cristã, localizada em Campos dos Goytacazes, fundada em 11/07/1985, na localidade de Ibitioca, que tem o objetivo de recuperar dependentes químicos. A entidade foi fundada pelo Sr. Luiz Marcelo Amaro Almeida que após ter se recuperado em uma entidade terapêutica em Minas Gerais, sendo morador em Campos, e não havendo nenhuma em sua cidade, nasceu o grande desejo de implantar uma, e criou a VIDAMOR, cujo programa terapêutico cristão baseia-se nas áreas mais importantes do indivíduo: Corpo, Alma, Espírito.
A VIDAMOR oferece à comunidade um tipo de tratamento:
- Residencial – onde os pacientes ficam internados pelo período de 9 meses, Assistidos por uma equipe dedicada de monitores e responsáveis por diferentes terapias (individual, em grupo e ocupacional), procura-se oferecer aos jovens a oportunidade de uma reestruturação de vida, baseada nos valores e ensinamentos da Palavra de Deus.
Quando o paciente e atendido pela equipe do VIDAMOR, e recebido de braços aberto.
- Justificativa da preposição: A entidade tem consciência da dimensão do problema bem como do limite de atuação. Desse jeito relatam, estarem certos de que algo tem que ser feito para o avanço e os prejuízos causados pela dependência química.
Existem poucas iniciativas nessa área e menos ainda são os recursos disponíveis e dificulta em muito o atendimento das pessoas necessitadas. A VIDAMOR se propõe a esforçar-se para ter um maior índice de tratamento do dependente químico e promover reiserção social.
- Tratamento: Internação em sitio/chácara por período máximo de 09 (nove) meses.
Equipe Multiprofissional: A equipe multiprofissional é composta de:
Ø Administrador Interno
Ø Coordenador
Ø Assistente Social
Ø Monitores
Ø Conselheiro em dependência química
Ø Técnica de enfermagem
Ø Psicóloga
Ø Professor
Ø Técnico Agrícola
O uso irregular de drogas, com certeza tem sido um dos maiores problemas da atualidade e causador da desestruturação do indivíduo e suas relações provocando prejuízos de natureza a bio-psico-social em larga escala. E o Município de Campos e suas regiões, semelhante ao restante do pais também enfrenta graves problemas em relação ao uso indevido de drogas e álcool.
O prejuízo causado pelo uso de drogas e do álcool e seus reflexos diretos e indiretos são impossíveis de serem mensurados. Preocupados com esta situação, os profissionais da associação VIDAMOR, lança-se a campo na luta junto com outros parceiros (contribuidores) com o objetivo de tratar o dependente de álcool e drogas. Partindo do ato que cometeu, como medida imposta pela autoridade recupera-lo e promover sua reinserção social.
- Entrevista feita a um jovem ex-dependente químico, que se recuperou na Associação VIDAMOR:
Nilson Rodrigues Sobrinho
Natural de Minas Gerais
Idade 38
3 filhos
A história deste jovem não é diferente dos demais que se perdem na vida sem opção e recursos. Aos 10 anos de idade iniciou no mundo das drogas, fazendo uso do tabaco e inalantes. Durante suas andanças conheceu artistas de escultura de areia onde teve maior envolvimento com drogas e à partir daí acreditava ter condições de administrar sua própria vida onde passou á viver como hippe. A sua escolha de vida o levou a conhecer parte do Brasil (como os estados de Mato Grosso, Goiás, Acre, etc...) e outros países (Chile, Bolívia e Venezuela). Ao chegar no estado do Rio de Janeiro, na cidade de Campos dos Goytacazes continuava a morar nas ruas onde passou por situações que marcaram sua vida. Numa noite dormia próximo ao Trianon (Teatro) onde foi surpreendido por alguns homens que o abordaram e covardemente deferiram nele cinco tiros à queima roupa, ficando gravemente ferido sendo socorrido por bombeiros ficando com graves complicações clínicas. O jovem foi levado para o HFM (Hospital Ferreira Machado) onde permaneceu por dois meses e meio, onde teve a oportunidade de refletir como estava sua vida e que chegou ao fundo de poço, ou seja, longe da família, sem amigos, sem recursos e até mesmo sem roupas. Durante sua permanência no hospital teve o prazer de conhecer o amor de alguém que se preocupa com pessoas na sua situação, que além de não ter o que oferecer são dependentes de tudo. Este amor é manifestado através de pessoas (Lucrecia e Patrícia) que conhecem a essência deste sincero e expressivo amor; JESUS CRISTO. Estas pessoas movidas por este amor conhecem e passam a dedicar atenção e carinho para com este jovem. Á partir deste momento começa uma nova história em sua vida onde suas carências estavam sendo supridas. Em conversa o jovem fala de sua dependência das drogas e é perguntado se deseja se tratar, responde que sim. Ao receber alta, é levado para a Associação Vidamor onde passa por um tratamento que dura um período de nove meses, cumprindo com êxito e bom comportamento. Como resultado, recebe proposta para trabalhar na Associação, aceita e está até hoje ocupando o cargo de monitor, ajudando outros pacientes e falando deste amor que cura, liberta e transforma; o amor de JESUS CRISTO.
A entidade tem consciência da dimensão do problema bem como do limite de atuação. Por isto estão certos de que algo tem que ser feito para o avanço e os prejuízos causados pela dependência química. Hoje em dia ainda existem poucas iniciativas nessa área e menores são os recursos disponíveis e dificulta em muito o atendimento das pessoas necessitadas.
Todos estes relatos podem parecer muito, mas a luta é muito grande e precisamos como cidadãos lutar todos os dias; para que outros jovens não se tornem vítimas nas mãos das drogas. Participe, colabore, vivos intensamente cada momento e você colherá o melhor. O que você plantar você colherá.
Texto de Cátia aluna do 3º período de comunicação social
Missão: a entidade tem como missão: Contribuir para a tranqüilidade e melhoria da família e do dependente químico, incentivando-o a passar pelo processo de recuperação e mantê-lo em abstinência.
Visão: a visão da entidade é também contribuir par a tranqüilidade e melhoria da família e do dependente químico, valorizar a vida através de projetos, na área de prevenção e tratamentos em todos os segmentos da sociedade; ter a família como colaboradora no processo de tratamento.
A VIDAMOR é uma comunidade terapêutica cristã, localizada em Campos dos Goytacazes, fundada em 11/07/1985, na localidade de Ibitioca, que tem o objetivo de recuperar dependentes químicos. A entidade foi fundada pelo Sr. Luiz Marcelo Amaro Almeida que após ter se recuperado em uma entidade terapêutica em Minas Gerais, sendo morador em Campos, e não havendo nenhuma em sua cidade, nasceu o grande desejo de implantar uma, e criou a VIDAMOR, cujo programa terapêutico cristão baseia-se nas áreas mais importantes do indivíduo: Corpo, Alma, Espírito.
A VIDAMOR oferece à comunidade um tipo de tratamento:
- Residencial – onde os pacientes ficam internados pelo período de 9 meses, Assistidos por uma equipe dedicada de monitores e responsáveis por diferentes terapias (individual, em grupo e ocupacional), procura-se oferecer aos jovens a oportunidade de uma reestruturação de vida, baseada nos valores e ensinamentos da Palavra de Deus.
Quando o paciente e atendido pela equipe do VIDAMOR, e recebido de braços aberto.
- Justificativa da preposição: A entidade tem consciência da dimensão do problema bem como do limite de atuação. Desse jeito relatam, estarem certos de que algo tem que ser feito para o avanço e os prejuízos causados pela dependência química.
Existem poucas iniciativas nessa área e menos ainda são os recursos disponíveis e dificulta em muito o atendimento das pessoas necessitadas. A VIDAMOR se propõe a esforçar-se para ter um maior índice de tratamento do dependente químico e promover reiserção social.
- Tratamento: Internação em sitio/chácara por período máximo de 09 (nove) meses.
Equipe Multiprofissional: A equipe multiprofissional é composta de:
Ø Administrador Interno
Ø Coordenador
Ø Assistente Social
Ø Monitores
Ø Conselheiro em dependência química
Ø Técnica de enfermagem
Ø Psicóloga
Ø Professor
Ø Técnico Agrícola
O uso irregular de drogas, com certeza tem sido um dos maiores problemas da atualidade e causador da desestruturação do indivíduo e suas relações provocando prejuízos de natureza a bio-psico-social em larga escala. E o Município de Campos e suas regiões, semelhante ao restante do pais também enfrenta graves problemas em relação ao uso indevido de drogas e álcool.
O prejuízo causado pelo uso de drogas e do álcool e seus reflexos diretos e indiretos são impossíveis de serem mensurados. Preocupados com esta situação, os profissionais da associação VIDAMOR, lança-se a campo na luta junto com outros parceiros (contribuidores) com o objetivo de tratar o dependente de álcool e drogas. Partindo do ato que cometeu, como medida imposta pela autoridade recupera-lo e promover sua reinserção social.
- Entrevista feita a um jovem ex-dependente químico, que se recuperou na Associação VIDAMOR:
Nilson Rodrigues Sobrinho
Natural de Minas Gerais
Idade 38
3 filhos
A história deste jovem não é diferente dos demais que se perdem na vida sem opção e recursos. Aos 10 anos de idade iniciou no mundo das drogas, fazendo uso do tabaco e inalantes. Durante suas andanças conheceu artistas de escultura de areia onde teve maior envolvimento com drogas e à partir daí acreditava ter condições de administrar sua própria vida onde passou á viver como hippe. A sua escolha de vida o levou a conhecer parte do Brasil (como os estados de Mato Grosso, Goiás, Acre, etc...) e outros países (Chile, Bolívia e Venezuela). Ao chegar no estado do Rio de Janeiro, na cidade de Campos dos Goytacazes continuava a morar nas ruas onde passou por situações que marcaram sua vida. Numa noite dormia próximo ao Trianon (Teatro) onde foi surpreendido por alguns homens que o abordaram e covardemente deferiram nele cinco tiros à queima roupa, ficando gravemente ferido sendo socorrido por bombeiros ficando com graves complicações clínicas. O jovem foi levado para o HFM (Hospital Ferreira Machado) onde permaneceu por dois meses e meio, onde teve a oportunidade de refletir como estava sua vida e que chegou ao fundo de poço, ou seja, longe da família, sem amigos, sem recursos e até mesmo sem roupas. Durante sua permanência no hospital teve o prazer de conhecer o amor de alguém que se preocupa com pessoas na sua situação, que além de não ter o que oferecer são dependentes de tudo. Este amor é manifestado através de pessoas (Lucrecia e Patrícia) que conhecem a essência deste sincero e expressivo amor; JESUS CRISTO. Estas pessoas movidas por este amor conhecem e passam a dedicar atenção e carinho para com este jovem. Á partir deste momento começa uma nova história em sua vida onde suas carências estavam sendo supridas. Em conversa o jovem fala de sua dependência das drogas e é perguntado se deseja se tratar, responde que sim. Ao receber alta, é levado para a Associação Vidamor onde passa por um tratamento que dura um período de nove meses, cumprindo com êxito e bom comportamento. Como resultado, recebe proposta para trabalhar na Associação, aceita e está até hoje ocupando o cargo de monitor, ajudando outros pacientes e falando deste amor que cura, liberta e transforma; o amor de JESUS CRISTO.
A entidade tem consciência da dimensão do problema bem como do limite de atuação. Por isto estão certos de que algo tem que ser feito para o avanço e os prejuízos causados pela dependência química. Hoje em dia ainda existem poucas iniciativas nessa área e menores são os recursos disponíveis e dificulta em muito o atendimento das pessoas necessitadas.
Todos estes relatos podem parecer muito, mas a luta é muito grande e precisamos como cidadãos lutar todos os dias; para que outros jovens não se tornem vítimas nas mãos das drogas. Participe, colabore, vivos intensamente cada momento e você colherá o melhor. O que você plantar você colherá.
Texto de Cátia aluna do 3º período de comunicação social

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